ArchyntArchynt.api
Documentação

Como o Archynt funciona

Um grafo, oito superfícies — de análise estática a topologia ao vivo, logs, dashboards de métricas customizadas, alertas, insights por IA, checks automáticos de PR e uma GitHub Action gratuita para repositórios públicos.

Análise estática

Projetos

Entenda qualquer codebase como uma arquitetura viva. O Archynt faz parsing de Java, Node, Python e Go e constrói o grafo automaticamente.

Saiba mais sobre projetos
Topologia ao vivo

Runtime

Um agente somente leitura descobre serviços ao vivo, dependências e pressão de host — zero instrumentação necessária. Docker hoje; Kubernetes e systemd vêm a seguir.

Saiba mais sobre runtime
Métricas e dashboards

Métricas

Construa dashboards no estilo Grafana a partir das suas métricas Prometheus, com PromQL livre, thresholds e painéis por organização.

Saiba mais sobre métricas
Análise por IA

Insights de IA

Um LLM raciocina sobre seu grafo de arquitetura — estático ou ao vivo — para revelar problemas de acoplamento e god-services, com evidência e uma correção concreta.

Saiba mais sobre insights de IA
Logs ao vivo

Logs

Leia logs de containers direto do Docker, filtráveis por intervalo de tempo e nível, pesquisáveis, com tail ao vivo — sem pipeline de envio de logs para manter.

Saiba mais sobre logs
Alertas

Alertas

Picos de CPU, pressão de RAM, anomalias na taxa de erro e containers mortos disparam um alerta automaticamente — enviado por email para o time, sem thresholds para configurar.

Saiba mais sobre alertas
Integração com GitHub

Checks de PR

Todo pull request é analisado contra a main e postado de volta no GitHub como um check run — um novo problema de design falha o check antes do merge.

Saiba mais sobre checks de PR
Grátis para repositórios públicos

GitHub Action

Adicione um arquivo de workflow a qualquer repositório público e tenha os mesmos checks de arquitetura em todo PR — sem conta no Archynt, sem token compartilhado com o Archynt.

Saiba mais sobre a GitHub Action

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre o Archynt e Datadog, Grafana ou Dynatrace?

Essas plataformas respondem "o que está acontecendo agora" a partir de telemetria — métricas, logs e traces. O Archynt responde a uma pergunta diferente: "o sistema que está rodando de fato é o que o código descreve?" Ele faz parsing do código-fonte para um grafo estrutural, correlaciona isso com um agente de runtime somente leitura, e marca cada dependência como estática, de runtime, ou ambas. O Archynt pode absorver as métricas Prometheus que um time já tem para enriquecer esse grafo, mas não compete em armazenamento de telemetria — sua unidade de valor é o grafo de arquitetura e o raciocínio sobre ele, não dashboards.

O Archynt vê meu código-fonte?

A análise estática faz parsing do repositório para extrair classes, módulos, endpoints e suas relações num grafo — ela não envia o texto do seu código-fonte para armazenamento em terceiros. O agente de runtime é somente leitura e nunca modifica ou executa nada no sistema observado.

O que é architectural drift (desvio arquitetural)?

Drift é uma dependência que existe em uma camada mas não na outra: uma chamada de serviço observada em tráfego real que nenhum caminho de código documenta, ou uma dependência declarada no código que o runtime nunca de fato exercita (candidata a código morto). A marcação confirmed_by em cada aresta do Archynt — estática, runtime, ou ambas — é o que torna o drift detectável.

Quais linguagens e frameworks o Archynt analisa?

Java/Spring, Node/NestJS, Python e Go hoje, via workers dedicados por linguagem sobre um único modelo de grafo. Novas linguagens são adicionadas estendendo o mesmo contrato de worker.

Preciso instrumentar minha aplicação?

Não. O agente de runtime descobre serviços, containers e dependências ao vivo a partir da API do Docker e do /proc — sem SDKs, sidecars ou mudanças de código. Métricas RED (rate, errors, duration) vêm de um sensor eBPF (Beyla), também sem tocar no código da aplicação.

Agentes de IA para código podem usar o Archynt diretamente?

Sim. O Archynt expõe um servidor MCP para que ferramentas como Cursor ou Claude Code consultem o grafo de arquitetura real, listem problemas de design abertos, e verifiquem se uma mudança proposta cruza um limite arquitetural antes de gerar código. Veja /llms.txt e /.well-known/mcp.json para a descrição legível por máquina.

O Archynt revisa pull requests automaticamente?

Sim. Depois que o GitHub App é instalado num repositório, todo pull request dispara um check: o Archynt constrói o grafo de arquitetura para os commits base e head e compara os problemas de design entre eles. O check falha se o PR introduz um novo problema de severidade HIGH, e o resultado — incluindo quais problemas foram introduzidos ou resolvidos — é postado de volta no GitHub como um check run nativo. Esse check é determinístico, usa os mesmos detectores do resto do Archynt, não é uma chamada a um LLM.

Pronto para experimentar?

Rode sua primeira análise ou entre no workspace da sua organização.